Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026: conheça os patrimónios eleitos pelos portugueses

16-09-2026
As Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026 já foram reveladas. O concurso nacional, que regressou este ano após quase duas décadas de ausência, distinguiu sete patrimónios de norte a sul do país, escolhidos diretamente pelo público através de votação.

A cerimónia final realizou-se no Palácio Nacional de Sintra, onde foram anunciados os vencedores de cada uma das sete categorias. Entre os patrimónios distinguidos estão o Castelo de Leiria, a Sé de Lisboa, as Ruínas de São Cucufate e os Mercados de Olhão, exemplos da riqueza histórica, arquitetónica e cultural portuguesa.

As Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026 já foram reveladas. O concurso nacional, que regressou este ano após quase duas décadas de ausência, distinguiu sete patrimónios de norte a sul do país, escolhidos diretamente pelo público através de votação.

A cerimónia final realizou-se no Palácio Nacional de Sintra, onde foram anunciados os vencedores de cada uma das sete categorias. Entre os patrimónios distinguidos estão o Castelo de Leiria, a Sé de Lisboa, as Ruínas de São Cucufate e os Mercados de Olhão, exemplos da riqueza histórica, arquitetónica e cultural portuguesa.


Quais são as Novas 7 Maravilhas de Portugal?

Os vencedores da edição de 2026 foram escolhidos entre 21 finalistas, distribuídos por sete categorias. Estes são os patrimónios eleitos:

1. Castelo de Leiria – Categoria Castelos

O Castelo de Leiria foi o grande vencedor na categoria de Castelos. Símbolo da cidade e um dos monumentos mais emblemáticos da região centro, destaca-se pela sua importância histórica e pelo papel que desempenhou na consolidação do território português.

2. Sé de Lisboa – Categoria Religião

A Sé de Lisboa conquistou a categoria de Religião. Considerada a igreja mais antiga da capital, combina elementos românicos, góticos e barrocos, sendo um dos principais marcos do património religioso nacional.

3. Ruínas de São Cucufate – Categoria História

Localizadas em Vila de Frades, no concelho de Vidigueira, as Ruínas de São Cucufate representam um dos mais importantes complexos arqueológicos romanos de Portugal. A sua eleição reconhece o valor histórico e científico deste património.

4. Aqueduto da Usseira – Categoria Grandes Obras

Situado em Óbidos, o Aqueduto da Usseira venceu na categoria de Grandes Obras. Construído no século XVI, continua a ser uma das mais notáveis obras de engenharia hidráulica do país.

5. Mercados de Olhão – Categoria Arquitetura do Século XX

Inspirados na arquitetura do Norte de África, os Mercados de Olhão tornaram-se um dos ex-líbris do Algarve. A sua singularidade arquitetónica garantiu-lhes a vitória na categoria de Arquitetura do Século XX.

6. Tiago Cabaço Winery – Categoria Arquitetura do Século XXI

A Tiago Cabaço Winery, em Estremoz, destacou-se na categoria de Arquitetura do Século XXI. O edifício alia inovação, design contemporâneo e integração na paisagem alentejana, refletindo as tendências da arquitetura moderna portuguesa.

7. Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco – Categoria Turismo

O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco foi o vencedor na categoria de Turismo. Conhecido pelos seus jardins barrocos e esculturas históricas, é um dos espaços mais visitados da região da Beira Baixa.


Como foi realizada a votação?

A edição de 2026 das Novas 7 Maravilhas de Portugal começou com 629 candidaturas, provenientes de todas as regiões do país, incluindo os arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Numa primeira fase foram selecionados 147 patrimónios, reduzidos posteriormente a 21 finalistas, três por cada categoria. A decisão final coube ao público, através de votação nacional, culminando na gala realizada em Sintra.


O regresso das 7 Maravilhas de Portugal quase 20 anos depois

O concurso regressou em 2026, quase duas décadas após a histórica eleição das primeiras 7 Maravilhas de Portugal, realizada a 7 de julho de 2007.

A nova edição procurou refletir a diversidade do património português, criando categorias que abrangem diferentes épocas e estilos, desde monumentos históricos e património religioso até à arquitetura contemporânea e espaços turísticos.

Porque são importantes as Novas 7 Maravilhas de Portugal?

A iniciativa tem como principal objetivo promover a valorização do património construído português e reforçar a ligação das populações aos locais que representam a identidade cultural das suas regiões.

Além do reconhecimento nacional, a distinção pode contribuir para aumentar a visibilidade turística dos locais vencedores, impulsionando a economia local e incentivando a preservação do património histórico e arquitetónico.

Património, identidade e futuro

As Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026 representam um retrato da riqueza e diversidade do património nacional. Dos castelos medievais às obras de arquitetura contemporânea, os vencedores demonstram que a história, a cultura e a inovação continuam a desempenhar um papel fundamental na construção da identidade portuguesa.

Com esta nova edição, Portugal volta a celebrar alguns dos seus espaços mais emblemáticos, reforçando a importância da preservação e promoção de um património que pertence a todos.